Leia A Transcrição Da Entrevista De Alessandro Molon à Folha E Ao UOL

Investidores E Ex-funcionários Alertam Para os Efeitos colaterais Das Tecnologias Digitais



], analisa as principais características das desigualdades regionais no sistema educacional brasileiro que enfatizam as diferenças sociais e econômicas entre as regiões mais ricas (Sul e Sudeste) e as menos formadas do país (Norte e Nordeste). Segundo Castro, pela década de noventa o Brasil intensifica o esforço de universalização do ensino fundamental objetivando combater o alto índice de analfabetismo. Essa política promoveu um declínio mais acelerado do analfabetismo nos grupos etários mais adolescentes, imprimindo-lhe um robusto viés geracional.


Por outro lado, desenhou-se uma clara tendência de regionalização do analfabetismo e de sua concentração nas regiões Norte e Nordeste, nas áreas rurais de todo a nação e nas periferias dos grandes centros urbanos. Ocorrência distinta é observada no Nordeste, que apenas nos últimos quatro anos conseguiu lograr significativas avanços na ampliação da cobertura escolar de 7 a quatrorze anos.


Cabe notar, entretanto, que, apesar de que ainda mantenha taxas de analfabetismo extremamente elevadas em todas as faixas etárias, o Nordeste assim como vem apresentando uma rápida redução do analfabetismo pela população de 15 a 24 anos. Desde 1970, as regiões Norte e Nordeste sofrem com as disparidades em relação ao sistema de ensino. Dez Melhores Marcas De Batom Matte Recomendado Pelas Blogueiras , porém, Castro, se mostra otimista e alega que, muito por ventura, esta diferença diminuirá de modo significativa pela década seguinte, em decorrência da universalização do acesso ao ensino fundamental. Cumpre, assim sendo, perguntar: a universalização do ensino fundamental realmente erradicou ou no mínimo diminuiu de modo significativa a taxa de analfabetismo? O acontecimento das regiões Norte e Nordeste terem expandido pela década de 90 a oferta do ensino fundamental, fez com que as mesmas obtivessem um resultado afirmativo nas décadas seguintes? ]. França X Argentina Ao Vivo: Como Ver Ao Jogo Da Copa Do Mundo Online , a localidade Norte cresceu anualmente apenas 0,dez anos, a região Nordeste 6,3 anos e a Sudeste 8,2 sobrepondo-se as demais.


Além disso, a procura chama a atenção para um fator considerável, a taxa de regularidade dos alunos à faculdade. Bem como é feita uma observação sobre a taxa percentual dos índices de periodicidade, pra faixa etária de quinze a 17 anos, na qual, consta que as diferenças de acesso persistem entre as regiões Sudeste e Norte.


A estimativa é de que apenas 66,6% dos alunos que ingressam no ensino médio o concluam. Por isso, poderá-se deduzir as respostas das perguntas elencadas em um momento anterior. Desse modo, nota-se que ainda há um grande caminho a percorrer. Conforme explicitado pela seção anterior, é possível notar as desigualdades regionais persistentes no cenário educacional brasileiro. Diante de tais considerações, torna-se vital analisarmos as disparidades existentes entre o ensino público e o privado. Diante desses fatos, nota-se a complexidade inserida no cerne da educação brasileira, já que e também as desigualdades regionais apresentadas antecipadamente, a população ainda deve resistir com as disparidades existentes entre o ensino público e privado. Cumpre, em qualidade disso, perguntar: Como a educação se constituiu e se constitui no Brasil? E qual a origem de tantas desigualdades? Nas próximas seções, nos dedicaremos a essas questões. Nessa seção, faremos um mapeamento tateável a respeito da prosperidade da educação no Brasil, resgatando alguns fatos históricos que corroboraram para o reflexo da educação nos dias atuais. Os Leitores Passivos Nesta hora Querem Comunicar /p>


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No Brasil a obra educativa da Companhia de Jesus contribuiu significativamente para a importação de modos de pensamento e ideias dominantes pela cultura medieval européia. Então, a classe dominante detentora do poder político e econômico, tornara-se bem como detentora dos bens culturais importados. A primeira circunstância consistia na predominância de uma minoria de donos de terra e senhores de engenho sobre isto uma massa de agregados e escravos.


Só àqueles cabia o correto à educação e, mesmo sendo assim, em número restrito, porquanto deveriam estar excluídos dessa minoria as mulheres e os filhos primogênitos, aos quais se reservava a direção futura dos negócios paternos. Por conseguinte, a educação escolarizada estava destinada a um restrito grupo de pessoas pertencentes à categoria dominante.


Estado, por tua vez, assumiu os encargos da educação. Não obstante, como diz Nelson Werneck Sodré apud Romanelli, (1978, p.35) “embora fragmentário e rebaixado de grau, o ensino mais variado nos seus aspectos orientou-se pros mesmos objetivos religiosos e literários”. Quer dizer, permaneceu a geração de uma educação livresca, na qual a autoridade e a obediência se realizavam por intermédio de métodos antiquados como, a título de exemplo, palmatórias.


Portanto a igreja, utilizando - se bem como da universidade, auxiliou a categoria dominante (latifundiários e representantes da coroa portuguesa), da qual participava, a subjugar de forma pacífica as classes subalternas às relações de realização implantadas. Já no século XIX, ] Mesmo Que Todos Fossem Elétricos mais complexa do que a predominante no período colonial.


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